FC Copenhagen vs Polissya Zhytomyr — six goals in Košice, and everything still to play for
Preview · UEFA Conference League · Second qualifying round, second leg · 29 July 2026
Six goals, three lead changes and not a single advantage carried into the return. The first leg in Košice — Polissya's adopted home while the war keeps them from hosting in Ukraine — finished 3-3, which in a competition without away goals means precisely nothing except that Parken will decide it. Copenhagen have home ground and pedigree. On the evidence of last Thursday, neither guarantees much.
The matchup
Robert Silva put Copenhagen ahead inside four minutes and Polissya were level two minutes later through Krasnopir. Oleh Fedor turned the tie around before half-time, Silva restored parity with his second just before the hour, and Mads Emil Madsen looked to have won it on 83 minutes until Oleksandr Filippov struck in the 88th. It was a defensive shambles from both sides and a thoroughly entertaining one.
Bo Svensson's Copenhagen are Denmark's dominant modern institution — sixteen Superliga titles, seven Champions League group stage campaigns, a Europa League quarter-final in 2019-20 — but they arrive here having finished seventh domestically last season and needing a play-off win over Brøndby simply to reach this competition. Ruslan Rotan's Polissya finished third in the Ukrainian Premier League and are on their second Conference League run, having reached the play-off round last season before losing to Fiorentina. The league phase remains unclaimed territory for them.
Form & context
Copenhagen's summer has been more subtraction than addition: Alex Král and Felix Beijmo in, eight players out including goalkeeper Nathan Trott to Cardiff City. The injury list is the more pressing issue — Németh, Sarapata, Huescas, Mattsson and Dagason are all unavailable, though Birger Meling's return from personal leave gives Svensson a senior option. Domestically they have started well, beating Lyngby 3-2, and Youssoufa Moukoko carries the goal threat after eleven last season, with Andreas Cornelius alongside him.
Polissya, by contrast, are essentially fit and entirely undistracted: their Ukrainian season does not begin until 2 August, so this tie has been the sole focus for weeks. Oleksandr Nazarenko and summer signing Leandro Andrade give Rotan pace in wide areas, and the Košice performance showed a side willing to attack a supposedly superior opponent rather than sit in. Whoever survives meets Debrecen or Pyunik in the third qualifying round.
The deciding factor
Copenhagen's back line. Three goals conceded to a side outside Europe's established order is not an aberration — it reflects an injury-hit defence still finding its shape. Parken's atmosphere is a genuine asset, but Polissya have already proved they can score against this defence twice over, and a single Polissya goal would force Copenhagen to chase rather than manage.
The call
Lean FC Copenhagen, low confidence. Home advantage, squad depth and Moukoko's finishing edge the tie their way, but this is a level aggregate against opponents with nothing to lose and no domestic distraction. Goals at both ends look considerably more likely than a comfortable evening.
FC Copenhaga vs Polissya Zhytomyr — seis golos em Košice e tudo por decidir
Antevisão · Liga Conferência · 2.ª pré-eliminatória, 2.ª mão · 29 de julho de 2026
Seis golos, três reviravoltas e nenhuma vantagem transportada para a segunda mão. A primeira mão em Košice — a casa adotiva do Polissya enquanto a guerra o impede de receber na Ucrânia — terminou 3-3, o que, numa prova sem golo fora, significa exatamente nada a não ser que o Parken decidirá tudo. O FC Copenhaga tem o seu estádio e a sua história. Pelo que se viu na quinta-feira passada, nenhuma das duas coisas garante grande coisa.
O confronto
Robert Silva adiantou o Copenhaga logo aos quatro minutos e o Polissya empatou dois minutos depois, por Krasnopir. Oleh Fedor deu a volta antes do intervalo, Silva restabeleceu a igualdade com o seu segundo golo pouco antes da hora e Mads Emil Madsen parecia ter decidido o jogo aos 83, até Oleksandr Filippov marcar aos 88. Foi uma desarrumação defensiva dos dois lados — e bastante divertida.
O Copenhaga de Bo Svensson é a grande instituição moderna do futebol dinamarquês: dezasseis títulos, sete presenças na fase de grupos da Liga dos Campeões, uns quartos de final da Liga Europa em 2019-20. Só que chega aqui depois de um sétimo lugar na Superliga e de ter precisado de vencer um play-off com o Brøndby só para entrar nesta prova. O Polissya de Ruslan Rotan foi terceiro no campeonato ucraniano e faz a sua segunda campanha na Liga Conferência, tendo chegado ao play-off na época passada antes de cair frente à Fiorentina. A fase de liga continua a ser território por conquistar.
Forma e contexto
O verão do Copenhaga foi mais de subtração do que de adição: entraram Alex Král e Felix Beijmo, saíram oito jogadores, incluindo o guarda-redes Nathan Trott para o Cardiff City. O problema mais urgente é o boletim clínico — Németh, Sarapata, Huescas, Mattsson e Dagason estão indisponíveis, embora o regresso de Birger Meling dê a Svensson uma opção experiente. Internamente arrancaram bem, com um 3-2 ao Lyngby, e Youssoufa Moukoko carrega o perigo depois de onze golos na época passada, com Andreas Cornelius ao lado.
O Polissya, pelo contrário, está praticamente sem lesionados e sem distrações: a época ucraniana só começa a 2 de agosto, pelo que esta eliminatória é o foco único há semanas. Oleksandr Nazarenko e o reforço Leandro Andrade dão velocidade nos corredores a Rotan, e a exibição em Košice mostrou uma equipa disposta a atacar um adversário supostamente superior em vez de se encolher. Quem sobreviver defronta o Debrecen ou o Pyunik na 3.ª pré-eliminatória.
O fator decisivo
A linha defensiva do Copenhaga. Sofrer três golos de uma equipa fora da ordem estabelecida do futebol europeu não é acidente — reflete uma defesa fustigada por lesões e ainda à procura de equilíbrio. O ambiente do Parken é um trunfo real, mas o Polissya já provou que consegue marcar a esta defesa mais do que uma vez, e um único golo do Polissya obrigaria o Copenhaga a correr atrás em vez de gerir.
O palpite
Inclinação para o FC Copenhaga, confiança baixa. O fator casa, a profundidade do plantel e a finalização de Moukoko puxam a eliminatória para o lado dinamarquês, mas o agregado está empatado frente a um adversário sem nada a perder e sem campeonato a dividir atenções. Golos dos dois lados parecem bem mais prováveis do que uma noite tranquila.