Dinamo Zagreb vs Thun — a late escape, and a fairytale that refuses to end

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Dinamo Zagreb vs Thun — a late escape, and a fairytale that refuses to end

Preview · UEFA Champions League · Second qualifying round, second leg · 28 July 2026

Dinamo Zagreb needed until the 86th minute to avoid arriving home in trouble. Miha Zajc's equaliser in the Stockhorn Arena rescued a 1-1 draw that flattered the Croatian champions in the first half and rewarded their pressure in the second. They are favourites at the Maksimir, but Thun have spent eighteen months making a habit of ignoring what is expected of them.

The matchup

Dinamo are the aristocracy of this round. They reclaimed the Croatian title last season, their twenty-sixth, and the first leg was the club's 400th match in UEFA competition — a statistic that says everything about the gulf in continental experience here. Mario Kovacevic has built a side that carries the ball well, and the numbers from Switzerland backed that up: fifty-seven per cent possession, six shots on target to Thun's three, and a long spell of second-half pressure that eventually told.

Thun are the opposite kind of story. Promoted back to the Swiss top flight after a five-year absence, they won the Super League last season for the first time in their history, finishing on seventy-five points. Their first leg was a masterclass in playing to strengths: direct attacks, relentless service from wide areas, and a set-piece threat that produced nine corners. Fabio Fehr was outstanding at right-back, and it was his cross that Labeau headed in just before the twenty-minute mark.

Form & context

Dinamo carry a lengthy unbeaten run across all competitions into this second leg and their domestic campaign is barely under way, which means fitness questions rather than fatigue ones. Luka Stojkovic remains suspended in Europe following a red card against Genk last season. Dion Drena Beljo leads the line and will be conscious of the chances he passed up in Switzerland, with Gabriel Vidovic and Mislav Orsic among those who found openings without converting.

Thun's summer has been more complicated. They lost the two forwards who supplied the bulk of last season's goals, Elmin Rastoder and Leonardo Bertone, and Mats Seiler is unavailable with a groin problem. The defensive record is the worry: they have not kept a clean sheet in fourteen matches. On the other hand, they opened the new Swiss season with a win over Luzern, so confidence is intact.

The deciding factor

Whether Dinamo can defend the box. Thun will not try to out-pass them and do not need to; their route to a goal is crosses, second balls and dead-ball situations, and the first leg showed they can generate those against organised opposition. Dinamo's home record is strong, and their only two European defeats at the Maksimir in recent memory came against Real Betis and Genk, both by 3-1. If they score first, Thun's shape becomes far riskier and the space Dinamo need will open up.

The call

Dinamo Zagreb to progress. Quality, depth and home advantage should decide it, most likely by a two-goal margin rather than a narrow one, though Thun will very probably score. Medium confidence.


Dínamo Zagreb vs Thun — uma fuga tardia e um conto de fadas que não quer acabar

Antevisão · Liga dos Campeões · 2.ª pré-eliminatória, 2.ª mão · 28 de julho de 2026

O Dínamo Zagreb precisou de esperar até aos 86 minutos para não regressar a casa em sarilhos. O golo de Miha Zajc no Stockhorn Arena salvou um empate 1-1 que lisonjeou os campeões croatas na primeira parte e premiou a sua pressão na segunda. São favoritos no Maksimir, mas o Thun passou os últimos dezoito meses a ignorar aquilo que se espera dele.

O confronto

O Dínamo é a aristocracia desta ronda. Reconquistou o campeonato croata na época passada, o vigésimo sexto da sua história, e a primeira mão foi o jogo número 400 do clube em provas da UEFA — um número que diz tudo sobre a diferença de experiência continental. Mario Kovacevic construiu uma equipa que trata bem a bola e os dados da Suíça confirmaram-no: cinquenta e sete por cento de posse, seis remates enquadrados contra três e um longo período de pressão na segunda parte que acabou por dar frutos.

O Thun é uma história de sinal contrário. De regresso ao principal escalão suíço ao fim de cinco anos, venceu na época passada a Super League pela primeira vez, com setenta e cinco pontos. A primeira mão foi uma aula de fidelidade às próprias virtudes: ataque direto, serviço constante pelos corredores e perigo nas bolas paradas, com nove cantos conquistados. Fabio Fehr foi enorme no lado direito da defesa e foi dele o cruzamento que Labeau cabeceou pouco antes dos vinte minutos.

Forma e contexto

O Dínamo chega a esta segunda mão com uma longa série sem derrotas em todas as provas e com a época doméstica ainda a começar, o que levanta dúvidas de ritmo e não de desgaste. Luka Stojkovic continua castigado nas competições europeias por causa do cartão vermelho visto frente ao Genk na época passada. Dion Drena Beljo é a referência ofensiva e estará consciente das oportunidades que desperdiçou na Suíça, tal como Gabriel Vidovic e Mislav Orsic, que também tiveram espaço sem concretizar.

O verão do Thun foi mais complicado. Perdeu os dois avançados que garantiram a maior parte dos golos da época passada, Elmin Rastoder e Leonardo Bertone, e Mats Seiler está indisponível com uma lesão na virilha. A preocupação está atrás: a equipa não faz uma defesa sem sofrer há catorze jogos. Em contrapartida, começou a nova época suíça a vencer o Luzern, pelo que a confiança está intacta.

O fator decisivo

Saber se o Dínamo consegue defender a sua área. O Thun não vai tentar disputar a posse e também não precisa: o seu caminho para o golo passa por cruzamentos, segundas bolas e lances de bola parada, e a primeira mão mostrou que consegue criá-los diante de equipas organizadas. O registo caseiro do Dínamo é forte e as suas únicas duas derrotas europeias recentes no Maksimir foram por 3-1, frente ao Real Betis e ao Genk. Se marcar primeiro, o bloco do Thun torna-se muito mais arriscado e abre-se o espaço de que os croatas precisam.

O palpite

O Dínamo Zagreb segue em frente. Qualidade, profundidade de plantel e o apoio dos adeptos devem resolver, provavelmente por dois golos de diferença e não por uma margem mínima, ainda que o Thun tenha tudo para marcar. Confiança média.