Wawrinka vs Berrettini — a farewell veteran draws a former finalist
Preview · Wimbledon 2026 · Round 1 · 30 June 2026
Of all the first-round ties, this is the one dripping with sentiment. Stan Wawrinka, a three-time major champion playing the final season of a storied career, was handed a Wimbledon wild card — only to draw 2021 finalist Matteo Berrettini. For the 41-year-old Swiss, a fairy-tale farewell could scarcely have come with a harder opening.
The matchup
Berrettini, a former Wimbledon finalist and one of the most accomplished grass-court players of his generation, is the clear favourite despite carrying neither a seeding nor a fully settled body. The Italian's serve-and-forehand combination is tailor-made for the lawn. Wawrinka, the wild-card veteran, possesses one of the most beautiful one-handed backhands the game has known, but at 41 the legs and the recovery no longer match the ambition over best-of-five.
Form & grass
Berrettini's season has been shadowed by fitness concerns — he retired hurt at Roland Garros, though subsequent scans reportedly found no serious muscle damage, and he comes in with little grass-court match play. That is the chink in his armour. Wawrinka, ever the big-occasion competitor, will empty the tank for what may be his last Wimbledon, and grass at least rewards his flat, powerful ball-striking more kindly than his ageing movement might suggest.
The deciding factor
Berrettini's fitness and serve. If the Italian's body holds and his serve fires, his grass-court class should prove decisive against a 41-year-old over five sets. Any physical wobble, however, swings the door open for one last Wawrinka roar.
The call
On form, surface and age, Berrettini is the favourite and should advance — but his fitness question and the emotion of the occasion keep it from being a foregone conclusion. Expect Wawrinka to win a set on memory and heart before the former finalist closes it out. Berrettini in four.
Wawrinka vs Berrettini — um veterano em despedida apanha um ex-finalista
Antevisão · Wimbledon 2026 · 1.ª ronda · 30 de junho de 2026
De todos os jogos de 1.ª ronda, este é o que transborda emoção. Stan Wawrinka, tricampeão do Grand Slam a disputar a última época de uma carreira lendária, recebeu um wildcard de Wimbledon — para logo apanhar o finalista de 2021, Matteo Berrettini. Para o suíço de 41 anos, uma despedida de conto de fadas dificilmente podia ter uma estreia mais dura.
O confronto
Berrettini, ex-finalista de Wimbledon e um dos jogadores de relva mais credenciados da sua geração, é o claro favorito apesar de não trazer seeding nem um corpo totalmente em ordem. A combinação serviço-direito do italiano é talhada para o relvado. Wawrinka, o veterano com wildcard, possui um dos mais belos reveses a uma mão que o ténis conheceu, mas aos 41 anos as pernas e a recuperação já não acompanham a ambição ao melhor de cinco sets.
Forma e relva
A época de Berrettini tem sido ensombrada por problemas físicos — desistiu lesionado em Roland Garros, embora exames posteriores não tenham, ao que consta, detetado lesão muscular grave, e chega com pouca competição na relva. É essa a fenda na armadura. Wawrinka, sempre competidor dos grandes dias, vai esvaziar o depósito naquele que pode ser o seu último Wimbledon, e a relva premeia ao menos a sua pancada plana e potente de forma mais benévola do que o movimento envelhecido faria supor.
O fator decisivo
A condição física e o serviço de Berrettini. Se o corpo do italiano aguentar e o serviço funcionar, a sua classe na relva deve ser decisiva diante de um jogador de 41 anos em cinco sets. Qualquer vacilo físico, porém, escancara a porta a mais um rugido de Wawrinka.
O palpite
Por forma, superfície e idade, Berrettini é o favorito e deve passar — mas a dúvida física e a emoção da ocasião impedem que seja um desfecho garantido. Espera-se que Wawrinka leve um set na memória e no coração antes de o ex-finalista fechar a conta. Berrettini em quatro.