Van Assche vs Lajovic — a fitness test as much as a tennis one

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Van Assche vs Lajovic — a fitness test as much as a tennis one

Preview · Plava Laguna Croatia Open Umag (ATP 250) · Round of 32 · Clay · Monday, 13 July 2026

Wimbledon is barely a fortnight in the rear-view mirror and the tour has already swapped grass for the red clay of Umag, where Luca Van Assche opens against the vastly more experienced Dusan Lajovic. On paper this looks like a routine clash between a rising French twenty-something and a well-travelled Serbian veteran, but it carries an extra layer: Van Assche walked off Court 9 at Wimbledon in tears on 29 June, retiring against Marton Fucsovics with a lower back spasm while trailing two sets to love. How his body holds up over best-of-three on clay, barely a fortnight later, is the real headline here.

The matchup

Van Assche is the more talented ball-striker of the two on his day, a former junior world number one with a career-high ranking in the sixties and a game built on flat, aggressive groundstrokes and a willingness to take the ball early. Lajovic, by contrast, is the archetypal clay-court grinder: patient, heavy topspin off the forehand, and a career built almost entirely on European dirt, including a run to the Rome final in 2019 and a career-high ranking of 23. Now into his mid-thirties and sitting outside the top 130, Lajovic no longer overpowers anyone, but he remains a genuinely awkward opponent on slow clay, capable of stretching rallies and testing an opponent's patience and legs.

Form & surface

Neither man arrives with much rhythm. Lajovic's 2026 season has been modest — hovering around a break-even win-loss record — though clay remains comfortably his best surface after a career largely spent on it. Van Assche has actually had a stronger year by results, picking up two Challenger titles in 2026 (Lille in February, Parma in June) that pushed him back inside the top 100, but the Wimbledon retirement is the more pressing data point heading into this match. There is no clearly confirmed prior meeting result between the two on tour to lean on for extra context.

The deciding factor

This match may hinge less on tactics than on Van Assche's back. If he is moving freely, his superior firepower and better recent title form should tell against a Lajovic who is a shadow of his 2019 self physically, if not stylistically. But clay's long rallies and lateral movement are precisely what a fragile lower back struggles with, and Lajovic's game plan — patient, high-bouncing, rally-extending — is almost perfectly designed to expose exactly that weakness if it is still there.

The call

A cautious lean towards Lajovic, purely on the fitness question. If Van Assche is fully healthy, he should be too good, but coming back from a back spasm straight into best-of-three clay rallies against a specialist grinder is a genuine risk, and this preview leans low-confidence towards the Serbian to make it awkward, potentially over three sets.


Van Assche vs Lajovic — um teste físico tanto quanto tenístico

Antevisão · Plava Laguna Croatia Open Umag (ATP 250) · Ronda de 32 · Terra batida · Segunda-feira, 13 de julho de 2026

Wimbledon terminou há pouco mais de duas semanas e o circuito já trocou a relva pela terra batida vermelha de Umag, onde Luca Van Assche estreia-se frente ao muito mais experiente Dusan Lajovic. No papel, parece um confronto rotineiro entre um jovem francês em ascensão e um veterano sérvio bem viajado, mas há uma camada extra: Van Assche abandonou o Court 9 de Wimbledon em lágrimas a 29 de junho, desistindo frente a Marton Fucsovics com um espasmo nas costas quando perdia por dois sets a zero. Como o corpo vai aguentar ao melhor de três sets em terra batida, pouco mais de duas semanas depois, é o verdadeiro tema desta antevisão.

O confronto

Van Assche é o jogador tecnicamente mais talentoso dos dois no seu melhor dia, antigo número um mundial júnior, com um ranking mais alto de sempre na casa dos sessenta, e um jogo construído sobre golpes de fundo planos e agressivos, tomando a bola cedo. Lajovic, pelo contrário, é o arquétipo do jogador de terra batida: paciente, com muito efeito no forehand, e uma carreira construída quase inteiramente na terra europeia, incluindo uma final em Roma em 2019 e um ranking mais alto de sempre de 23. Já na casa dos trinta e cinco anos e fora do top 130, Lajovic já não esmaga ninguém, mas continua a ser um adversário genuinamente incómodo em terra batida lenta, capaz de esticar os pontos e testar a paciência e as pernas do rival.

Forma e superfície

Nenhum dos dois chega com grande ritmo. A época de 2026 de Lajovic tem sido modesta — perto de um registo equilibrado — embora a terra batida continue a ser claramente a sua melhor superfície, depois de uma carreira passada sobretudo nela. Van Assche teve, na verdade, uma época mais forte em termos de resultados, conquistando dois títulos Challenger em 2026 (Lille em fevereiro, Parma em junho) que o devolveram ao top 100, mas a desistência em Wimbledon é o dado mais relevante para este encontro. Não há um resultado de confronto direto anterior claramente confirmado entre os dois no circuito principal para servir de referência adicional.

O fator decisivo

Este encontro pode depender menos da tática e mais das costas de Van Assche. Se estiver a mover-se livremente, o seu maior poder de fogo e a melhor forma recente em títulos deverão prevalecer sobre um Lajovic que já não é a sombra do jogador de 2019 fisicamente, ainda que estilisticamente continue fiel a si mesmo. Mas os pontos longos e o movimento lateral da terra batida são precisamente aquilo que mais penaliza umas costas frágeis, e o plano de jogo de Lajovic — paciente, com bola alta, a esticar os pontos — está quase perfeitamente desenhado para expor essa fragilidade, caso ainda exista.

O palpite

Uma inclinação cautelosa para Lajovic, sobretudo pela questão física. Se Van Assche estiver totalmente recuperado, deverá ser demasiado forte, mas regressar de um espasmo nas costas diretamente para pontos longos em terra batida contra um especialista que gosta de esticar o jogo é um risco genuíno, e esta antevisão inclina-se, com confiança reduzida, para o sérvio complicar a vida ao francês, possivelmente ao longo de três sets.