Rybakina vs Mertens — a former champion's power meets a grass-court craftswoman

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Rybakina vs Mertens — a former champion's power meets a grass-court craftswoman

Preview · Wimbledon 2026 · Round 3 · 4 July 2026

Elena Rybakina, the 2022 Wimbledon champion and second seed here, opens her third-round campaign against the experienced Belgian Elise Mertens, seeded 25th. It is a meeting of contrasts: Rybakina's flat, punishing ball-striking against Mertens's clean, tidy, all-court game. On paper and on this surface, the Kazakh is a clear favourite, but Mertens is precisely the kind of steady, low-error opponent who can make a big hitter uncomfortable if the level dips.

The matchup

Rybakina holds a commanding advantage in their head-to-head, having won the vast majority of their meetings and the most recent run of them comfortably. Her serve is one of the best on tour and translates beautifully to grass, where the low bounce rewards her flat groundstrokes and quick points. Mertens, by contrast, thrives on rhythm, angles and consistency rather than raw power. She is a fine mover and an excellent doubles player whose court sense can frustrate stronger hitters, but she needs long rallies and errors from the other side of the net to prosper — exactly what Rybakina is built to deny her.

Form & grass

Rybakina looked sharp in her second round, racing through in straightforward fashion and hitting a noticeably higher gear after a slightly muted start to the fortnight. When her serve is firing and her forehand is landing, she is close to unplayable on grass. Mertens has done her job efficiently, recovering from a slow opening set in one of her matches to close out strongly, and she arrives with a solid recent grass return. This will, however, be their first meeting on grass, a surface that tilts the balance further towards Rybakina's game rather than Mertens's.

The deciding factor

The serve and the first strike. If Rybakina serves at her usual clip and takes early control of rallies, Mertens will struggle to find a foothold. The Belgian's best route is to neutralise the serve, extend points, and lure Rybakina into the impatience that has occasionally crept into her game. But that plan asks a great deal against an opponent whose whole method is to shorten points.

The call

Rybakina's power, her serve and her superior record make her a strong favourite. Mertens has the craft to steal a set if the second seed's level wavers, yet the surface and the matchup both point one way. Lean firmly to Rybakina, medium-to-high confidence.


Rybakina vs Mertens — a potência de uma antiga campeã frente a uma artesã da relva

Antevisão · Wimbledon 2026 · 3.ª ronda · 4 de julho de 2026

Elena Rybakina, campeã de Wimbledon em 2022 e segunda cabeça de série aqui, inicia o seu percurso na terceira ronda diante da experiente belga Elise Mertens, 25.ª cabeça de série. É um encontro de contrastes: a pancada lisa e demolidora de Rybakina contra o jogo limpo, arrumado e de court inteiro de Mertens. No papel e nesta superfície, a cazaque é claramente favorita, mas Mertens é precisamente o tipo de adversária regular e de poucos erros capaz de incomodar uma grande batedora se o nível baixar.

O confronto

Rybakina detém uma vantagem esmagadora no confronto direto, tendo vencido a larga maioria dos duelos e os mais recentes de forma confortável. O seu serviço é um dos melhores do circuito e traduz-se lindamente na relva, onde o ressalto baixo premeia as suas pancadas lisas e os pontos curtos. Mertens, pelo contrário, vive de ritmo, ângulos e consistência mais do que de potência pura. É uma boa deslocadora e excelente jogadora de pares, com uma leitura de court que frustra batedoras mais fortes, mas precisa de trocas longas e de erros do outro lado da rede para prosperar — exatamente o que Rybakina foi feita para lhe negar.

Forma e relva

Rybakina mostrou-se afiada na segunda ronda, resolvendo o jogo com facilidade e subindo claramente de patamar depois de um arranque de torneio mais apagado. Quando o serviço funciona e o direito entra, é quase imparável na relva. Mertens cumpriu com eficiência, recuperando de um set inicial adverso num dos seus jogos para fechar com autoridade, e chega com um sólido registo recente de resposta na relva. Este será, ainda assim, o primeiro confronto entre ambas em relva, uma superfície que inclina ainda mais a balança para o jogo de Rybakina e não para o de Mertens.

O fator decisivo

O serviço e o primeiro golpe. Se Rybakina servir ao seu ritmo habitual e assumir cedo o comando das trocas, Mertens terá dificuldade em ganhar terreno. O melhor caminho da belga passa por neutralizar o serviço, prolongar os pontos e atrair Rybakina para a impaciência que por vezes se lhe insinua no jogo. Mas esse plano exige muito frente a uma adversária cujo método é precisamente encurtar os pontos.

O palpite

A potência, o serviço e o melhor historial de Rybakina fazem dela forte favorita. Mertens tem o engenho para roubar um set se o nível da segunda cabeça de série vacilar, mas a superfície e o confronto apontam ambos no mesmo sentido. Inclinação firme para Rybakina, confiança média-alta.